Canal Brasil



































































































Canal Brasil
Canal Brazil S/A




Tipo

Canal de televisão por assinatura
País

 Brasil
Fundação

18 de setembro de 1998 (20 anos)
por Pramer International Group
Pertence a

Globosat
Proprietário


  • Globosat

  • Grupo GCB


Cidade de origem

 Brasil
Sede

Rio de Janeiro Rio de Janeiro, RJ
Estúdios

Rio de Janeiro, RJ
Rua Von Martius, 66 - Jardim Botânico
MAPA


Slogan

A casa do cinema brasileiro
Formato de vídeo

480i (SDTV)
1080i (HDTV)
Cobertura
Nacional

Página oficial

canalbrasil.globo.com
Disponibilidade por satélite

Vivo TV



  • Canal 103 (HD) (Satélite Intelsat 34)

  • Canal 566

  • Canal 806 (HD)




Oi TV



  • Canal 66

  • Canal 66 (HD) (Satélite SES-6)




Sky



  • Canal 113

  • Canal 513 (HD)




Algar TV
Canal 366

Claro TV



  • Canal 150[1]

  • Canal 650 (HD)[1]



Disponibilidade por cabo

NET



  • Canal 150[2]

  • Canal 650 (HD)[2]




Vivo TV
Canal 656 (HD)

TV Alphaville
Canal 150 (HD)

BVCi
Canal 216
Disponibilidade digital

Globosat Play

Assistir ao vivo

Canal Brasil é um canal de televisão por assinatura brasileiro que estreou em 18 de setembro de 1998, com a exibição do filme Sonho sem fim, de Lauro Escorel Filho. Foi criado para aproveitar a obrigação criada pelo Decreto 2206, de 1997, que obrigava todos os prestadores de serviços de TV a cabo a incluir na sua grade pelo menos um canal dedicado a "obras cinematográficas e audiovisuais brasileiras de produção independente".[3][4]


O canal é resultado de uma associação da Globosat com a empresa Grupo Consórcio Brasil (GCB), formada por Luiz Carlos Barreto, Zelito Vianna, Marco Altberg, Roberto Farias, Anibal Massaini Neto, Patrick Siaretta, André Saddy e Paulo Mendonça.[5]


O Canal Brasil lançou sua versão em alta definição (HD) a partir do dia 27 de outubro de 2014 para assinantes da operadora NET e aos assinantes das operadoras Oi e Vivo logo na sequência, dia 28 de outubro.[6][7]




Índice






  • 1 Apresentadores e programas


  • 2 Incentivo ao cinema nacional


  • 3 Produções do Canal Brasil


  • 4 Loki - Arnaldo Baptista


  • 5 Referências


  • 6 Ligações externas





Apresentadores e programas |


Fazem parte da equipe de apresentadores do canal Paulo Tiefenthaler (Larica Total), Lázaro Ramos (Espelho), Michel Melamed (Bipolar Show), Charles Gavin (O Som do Vinil), Roberta Sá (Faixa Musical), Matheus Agra e Caio Muniz(ViAgra Show), João Gordo (Eletrogordo), Nasi (Nasi Noite Adentro), Nicole Puzzi (Pornolândia), André Abujamra (Abuzando), Zé Nogueira (Estúdio 66), Tárik de Souza (MPBambas), José Mojica Marins (O Estranho Mundo de Zé do Caixão), Simone Zuccolotto (CineJornal e Sessão Interativa), entre outros.



Incentivo ao cinema nacional |


O Canal Brasil promove o Prêmio Aquisição Canal Brasil, que contempla com R$ 15 mil os curtas-metragens vencedores nos mais representativos festivais de cinema do país, além de exibir o filme durante a programação. Desde 2006, também realiza o Grande Prêmio Canal Brasil de Curtas-Metragens, que premia com R$ 50 mil o melhor curta entre os 10 vencedores do Prêmio Aquisição Canal Brasil do ano anterior. Um júri formado por apresentadores do canal escolhe o grande vencedor através de voto secreto.



Produções do Canal Brasil |


O Canal Brasil tem participado de novas produções em parceria com produtores independentes, incluindo filmes. Entre os títulos realizados estão Adolfo Celi, un uomo per due culture, de Leonardo Celi, a primeira coprodução internacional do Canal Brasil; Canto de Baal, de Helena Ignez; Saraceni.doc - A Etnografia da Amizade, de Ricardo Miranda; Anabazys, de Joel Pizzini e Paloma Rocha; Waldick.doc, de Patrícia Pillar; Histórias Cruzadas, de Alice de Andrade; Hermeto Pascoal – Ato de Criação, de Marília Alvim. O premiado Loki – Arnaldo Baptista, longa-metragem de Paulo Henrique Fontenelle e em 2009, a também premiada coprodução do documentário Dzi Croquettes. Entre os filmes se destacam Boi Neon, Mulheres no Poder, Anna K., Um Filme Francês, Entreturnos, Jauja, O Rio nos Pertence, A História da Eternidade, Castanha, Insubordinados, Se Deus Vier que Venha Armado, O Menino no Espelho. Também se inclui, a série Werner e os Mortos.



Loki - Arnaldo Baptista |



Ver artigo principal: Loki - Arnaldo Baptista

Foi o primeiro filme inteiramente produzido pelo Canal Brasil. O filme foi exibido em 2008 no Festival do Rio e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, ganhando o prêmio de Melhor Documentário - Júri Popular em ambas as ocasiões.



Referências




  1. ab Grade de canais "Juntinho"


  2. ab Grade de canais "Juntinho"


  3. Decreto 2206 - Presidência da República - Casa Civil


  4. Canal Brasil pede socorro para manter-se no ar. Estadão - Caderno2, 19 de março de 2003


  5. Entrevista com Paulo Mendonça. Produção Cultural no Brasil, junho de 2010


  6. Redação (23 de outubro de 2014). «Canal Brasil HD». UOL. Notícias da TV. Consultado em 23 de outubro de 2014 


  7. Paulo Pacheco (20 de setembro de 2014). «Canal Brasil abandona 'TV de gaveta' e estreia em alta definição». UOL. Notícias da TV. Consultado em 23 de outubro de 2014 



Ligações externas |



  • Sítio oficial


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