Quarta Guerra Macedônica

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Quarta Guerra Macedônica
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Guerras Macedônicas
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Data
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150 a.C. – 148 a.C.
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Local
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Macedônia
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Desfecho
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Vitória romana
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Casus belli
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O usurpador Andrisco assumiu o trono da Macedônia.
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Mudanças territoriais
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Fim da independência da Macedônia e incorporação à República Romana.
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Beligerantes
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República Romana |
Reino da Macedônia |
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Comandantes
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Quinto Cecílio Metelo |
Andrisco |
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Quarta Guerra Macedônica (150–148 a.C.)
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2ª de Pidna (148 a.C.)
Corinto (146 a.C.)
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A Quarta Guerra Macedônica (150–148 a.C.) foi travada entre a República Romana e uma força de rebeldes liderada pelo usurpador Andrisco. Alegando ser um filho do último rei Perseu da Macedônia, que havia sido deposto pelos romanos depois da Terceira Guerra Macedônica em 168 a.C., Andrisco tentava re-estabelecer a antiga glória do Reino da Macedônia[1].
Guerra |
A revolta de Andrisco acabou desestabilizando não apenas a Macedônia como também todo o mundo grego. Depois de alguns sucessos iniciais, Andrisco acabou derrotado pelo general romano Quinto Cecílio Metelo na Segunda Batalha de Pidna em 148 a.C., encerrando a revolta. Dois anos depois, os romanos criaram a nova província da Macedônia, anexando definitivamente a região.
Em resposta à esta anexação, a Liga Aqueia mobilizou-se para uma guerra contra Roma, um conflito conhecido como Guerra Aqueia (ou "Guerra Acaia") e lembrado especialmente por sua curta duração e por ter ocorrido logo depois da queda da Macedônia. Até aquele momento, Roma só havia interferido nos assuntos da Grécia para lutar contra os próprios macedônicos, seus clientes ou aliados. Em paralelo, os romanos conseguiram estabelecer incontestavelmente a superioridade de suas legiões frente às falanges gregas em pelo menos três ocasiões e também frente à superioridade numérica das forças selêucidas na Ásia Menor e na Síria[2]. Os líderes aqueus certamente sabiam que esta declaração de guerra não tinha chance nenhuma de sucesso, pois Roma já havia triunfado sobre inimigos mais fortes e maiores[1]. Políbio acusa os demagogos das cidades da liga de inspirarem a população a uma guerra suicida ao insuflar ideias nacionalistas e heróicas sobre a independência grega. A Liga Aqueia foi rapidamente derrotada e, como punição, os romanos destruíram completamente a antiga cidade de Corinto em 146 a.C., o mesmo ano da destruição de Cartago[2]. Depois de quase um século de constantes crises na Grécia, que se desestabilizava sempre que os romanos se retiravam. Cansados desta dinâmica, Roma anexou a região toda e criou mais duas novas províncias, Acaia e Epiro.
Referências
↑ ab Adrian Goldsworthy (2004), In the Name of Rome, p. 218
↑ ab History of Rome – The republic, Isaac Asimov.
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Nota: Cabo-verdiano redireciona para este artigo. Para a língua falada em Cabo Verde, veja crioulo cabo-verdiano. Para outros significados, veja Cabo Verde (desambiguação). Coordenadas: 14° 55' N 23° 31' O Cabo Verde República de Cabo Verde Bandeira Brasão de Armas Lema: Unidade, Trabalho, Progresso Hino nacional: Cântico da Liberdade Gentílico: cabo-verdiano [ 1 ] Capital Praia 14° 55' N 23° 31' O Cidade mais populosa Praia Língua oficial Português Governo República unitária semipresidencialista [ 2 ] - Presidente Jorge Carlos Fonseca - Primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva História - Descoberta 1460 - Independência 00 • de Portugal 5 de Julho de 1975 - Multipartidarismo 13 de Janeiro de 1990 Área - Total 4 033 km² (146.º) - Água (%) 0,08 População - Estimativa para 2017 560 899 [ 3 ] hab. (173.º) ...